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Sistemas & Cenários / Re:[D&D] A quinta edição desponta no horizonte...
« Online: Fevereiro 29, 2012, 08:19:06 am »
Então vocês se tocaram da bosta fumegante e incoerente que é o sistema vanciano ? 

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Não foi o próprio Monte que defendeu o Ivory Tower Design?
Eu vou só repetir(o q, terceira vez?): estou falando de regras. Dinâmica do jogo. Não ambientação. Fique à vontade para reler, eu coloquei isso lá.Falou sim. Veja:
Forgotten e Dragonlance também são de nicho Silva, um nicho não tão pequeno mas são.Negativo. Se D&D é o jogo esmagadoramente mais "popular e tradicional" do hobby, então seu cenário implícito de "high-fantasy + sword & sorcery" (ou a famosa "fantasia medieval") é o mainstream. E não sei até que ponto podemos igualar "mainstream" com "comercial" aqui. No caso de Dragonlance isso é perfeitamente válido, mas no caso de Forgotten creio que não (afinal, em sua primeira edição - a grey box - ele era "mainstream" porém permanecia fiél à visão original do Greenwood então não seria "comercial". Agpra, nas edições posteriores sim, me parece que se tornou mainstream e comercial).
E o engraçado é que não estamos falando de um público alvo tão amplo quanto você imagina. Não é como se a wizards estivesse mirando na sua tia, sua prima que ouvia rebelde, o punk e um pai de família. Acho que todos aqui entortam a cara a palavra 'comercial' por causa dos péssimos exemplos que temos dos que tentam fazer isso. RPGistas formam um nicho específico o suficiente, pequeno o suficiente para caber como meta.Aqui você saiu do escopo da discussão. Não faz sentido algum (ainda mais se tratando de design) analisarmos o RPG em relação ao "mercado de entretenimento universal". Ou analisamos o rpg por si só - suas diferentes tendências, nichos, populações - ou essa discussão perde o sentido.
Eu não sou contra o 'ideal forgístico', apenas contra a idéia deles de que isso é o 'jeito certo'Não sei sua intenção em citar isso, mas se foi pra exemplificar ou contra-argumentar minhas idéias, falhou. Em momento algum citei the forge ou rpgs indie. Inclusive de todos os sistemas que citei como suposto exemplo de "qualidade de design" (D&D1, Runequest, Pendragon, Gurps, Storyteller, FATE, Mutants & Masterminds, Savage Worlds, ORE e Risus) acredito que nenhum tem a ver com as idéias do the Forge ou da "filosofia indie".
Só usei o argumento pra rebater Cebola, que sugeriu que o oposto também fosse verdade. E tanto ele, como eu, usamos o coincidentemente, o que invalida toda sua resposta.CitarCoincidentemente, Banda Kalypso, Michel Teló e Calcinha Preta são os que vendem mais também.
E também, Beatles , Michael Jackson e Rolling Stones vendem muito. Ou seja, essa comparação feita entre 'Vende muito = Retardado" é tão tola e típica de "cérebro de nicho" (muito comum entre metaleiros, jazzistas, indie rockers e todo tipo de estereótipo fechado) que não achei que veria isso pela Spell.
Citação de: SilvaSerá que cenários como Glorantha, Empire of Petal Throne, Jorune, Talislanta, Planescape, Dark Sun, Ravenloft, Mundo das Trevas, Unknown Armies, Blue Planet e Transhuman Space existiriam se seus autores quisessem agradar a "gregos e troianos" ? Será que sistemas como D&D1, Runequest, Pendragon, Gurps, Storyteller, FATE, Mutants & Masterminds, Savage Worlds, ORE e Risus existiriam se seus autores quisessem agradar a "gregos e troianos" ?
Coincidentemente, 90% desses RPGs citados venderam mal e não possuem mais apoio algum. Justamente um "Forgotten Gregos e Troianos Realms" e um "Dragon Corinthianos e Palmeirenses Lance" são os que venderam mais e que possuem até hoje vasto material e ainda estão muito bem apoiados.