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Jogos Sociais / Re:Máfia Redes Sociais - 1° dia vai até sexta-feira (04/05) às 14h.
« Online: Maio 02, 2012, 10:43:08 pm »
Como é seu poder, stinger? Tem cargas ou é ilimitado?
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Em decisão inédita, STJ condena pai por abandono afetivo
Em decisão inédita no Superior Tribunal de Justiça (STJ), um pai foi condenado a pagar indenização de R$ 200 mil por abandono afetivo. De acordo com a assessoria de imprensa do STJ, a filha entrou com uma ação contra o pai após ter obtido reconhecimento judicial da paternidade e alegou ter sofrido abandono material e afetivo durante a infância e adolescência. A autora da ação argumentou que não recebeu os mesmos tratamentos que seus irmãos, filhos de outro casamento do pai.
A decisão da ministra Nancy Andrighi, da Terceira Turma do STJ, é do último dia 24 de abril, mas foi divulgada apenas nesta quarta-feira (2). “Amar é faculdade, cuidar é dever”, disse a magistrada ao garantir a indenização por dano moral. Em 2005, a Quarta Turma do STJ, que também analisa o tema, havia rejeitado a possibilidade de ocorrência de dano moral por abandono afetivo.
O caso em questão foi julgado improcedente na primeira instância judicial, tendo o juiz entendido que o distanciamento se deveu ao comportamento agressivo da mãe em relação ao pai. A autora recorreu, e o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) reformou a sentença, reconhecendo o abandono afetivo e afirmando que o pai era “abastado e próspero”. Na ocasião, o TJ-SP condenou o pai a pagar o valor de R$ 415 mil como indenização à filha.
Foi a vez de o pai recorrer da decisão, afirmando que a condenação violava diversos dispositivos do Código Civil e divergia de outras decisões do tribunal. Ele afirmava ainda não ter abandonado a filha. Ao julgar o caso, o STJ admitiu a condenação por abandono afetivo como um dano moral e estipulou indenização em R$ 200 mil –os ministros mantiveram o entendimento, mas consideraram o valor fixado pelo TJ-SP elevado.
Para a ministra Nancy Andrighi, “não existem restrições legais à aplicação das regras relativas à responsabilidade civil e o consequente dever de indenizar/compensar, no direito de família”. Ainda segundo ela, a interpretação técnica e sistemática do Código Civil e da Constituição Federal apontam que o tema dos danos morais é tratado de forma ampla e irrestrita, regulando inclusive “os intrincados meandros das relações familiares”.
Em sua decisão, a ministra ressaltou ainda que a filha superou as dificuldades sentimentais ocasionadas pelo tratamento como “filha de segunda classe”, sem que fossem oferecidas as mesmas condições de desenvolvimento dadas aos outros filhos, mas os sentimentos de mágoa e tristeza causados pela negligência paterna perduraram.
Em entrevista à Rádio CBN, a ministra afirmou que os pais têm o dever de "fornecer apoio para a formação psicológica dos filhos". Andrighi ressalta, ao longo da entrevista, que a decisão do STJ "analisa os sentimentos das pessoas” e disse que “novos caminhos e novos tipos de direitos subjetivos estão sendo cobrados". "Todo esse contexto resume-se apenas em uma palavra: a humanização da Justiça", finalizou. (Com Agência Estado)
Tetris: Bom, se for pra apostar, eu também jogaria minhas fichas num setup onde a máfia são de redes restritas/decadentes.
E falar na shoutbox ou mesmo nesse tópico com o jogo em andamento?
Tetris: Eu cometi dois erros que podem ter sido decisivos na mudança do vencedor(mas acho que é inexperiência mesmo). Também percebi que aconteceram dois exageros nessa máfia: o número de anti-cidades e o excesso de poderes da cidade, mas acho que um acabou compensando o outro.
Iuri: Opa opa, a MP que eu recebi não continha o nome dos jogadores mafiosos, ao contrário da versão que foi postada na primeira página.
Tetris: Sério Iuri???
Então foi erro meu, me desculpe mesmo, era para você receber os nomes deles, acho que te mandei, sem querer, a versão preliminar(antes de saber quem seriam os jogadores) da PM.
Agora eu entendi pq você reclamava de não saber sobre a máfia, pq pra mim vc sabia quem eles eram e tudo mais.
Madruga: (5) Você obviamente confundiu vampiro com traidor e cometeu alguns erros em MPs. Além disso, sua postura como narrador tendia a evitar mortes que deveriam ter acontecido, o que contribuiu para um jogo mais longo e, infelizmente, para um jogo mais pró-cidade.
(...)
Eu não sei. A ambientação ficou ótima, mas a falta de padronização das MPs, a falta de equilíbrio e a má narração tiraram muito o brilho dessa máfia. Acho que está na hora de repensar um pouco o conceito, acho que está na hora do Tetris repensar um pouco sua noção de equilíbrio. No final das contas, ser injusto atrapalha. Mesmo tendo perdido, adorei acompanhar, mas certamente não tinha jeito de vencer sendo mafioso.
@Assumar, assim você priva o cara de se redimir. Me parece que você tem essa opinião por ter sido prejudicado.
@Noara, qual o problema de recomeçar? O máximo que pode acontecer é o Tetris voltar pra lista de narradores.
ah assumar, me deixa.
n estou nem ai q meus posts são ridículos.
e n vou parar de jogar n.
vai vc, jogar baralhinho