Autor Tópico: [+18] Uma noite, um par  (Lida 1574 vezes)

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[+18] Uma noite, um par
« Online: Janeiro 14, 2015, 01:28:35 pm »
    Uma mulher um pouco mais alta que eu, já que não tenho tanta estatura. Longos cabelos negros que chegam até a cintura e profundos olhos quase verdes. Traços delicados e uma boca realçada por gloss rosa.  Pegamos um táxi, já que não tenho carro, nos beijamos e ela me diz que é estudante, precisa de dinheiro para fazer a faculdade de Letras. Diz que quer algo para sempre, eterno enquanto durar o amor, compartilhar sentimentos.

    Chegamos em casa. Moro sozinho. Sozinho não, com dois cachorros que vigiam a casa, é a primeira vez que ela me visita, só tínhamos nos conhecido pela internet antes, muitos momentos de conversa felizes. Estamos sós. Nem um vizinho nos incomodará. Ela veste jaqueta de couro, uma camiseta que parece ser barata, calça jeans e botas pretas que saltam para fora da canela. Dentro, ela começa a tirá-las devagarinho enquanto me encara. la sabe do que eu gosto. Chegou, dou-lhe um beijo na boca e aviso que irei tomar banho.Ela diz que está cansada e vai relaxar um pouco no sofá enquanto vê televisão.

    Banho tomado. Noto que ela não está na sala e que as botas que ela havia tirado, sumiram. Noto um rastro de roupas pela casa e vou recolhendo até chegar na cozinha. Lá, a encontro, cozinhando para mim, sem nenhuma peça de roupa, mas mantendo os calçados. Ela vira pra mim, me abraça e diz: “Era você quem eu esperava!” Ela toma a iniciativa e me beija. Ela possui seios pequenos, mas lindos, está um pouco acima do peso e a vulva se encontra depiladinha. A pego no colo, com todas as minhas forças e a carrego com as pernas dela me abraçando na cintura.

    A levo até a sala, onde ela tira minha camiseta com impulsão e acaricia meu peito, minha barriga, abaixa as minhas calças e tira a cueca, onde me encontro totalmente nu. Ela começa a me beijar o corpo e prepara um sexo oral nele. Começa devagarinho, indo acelerando conforme o tempo passa, o que me rende muito prazer. Enquanto ela faz isso, eu a acaricio e toco seu corpo, levemente.

    Após a isso, ela me olha no rosto e lambe os lábios, eliminando o que conseguiu tirar dele. Ela se levanta e nos abraçamos por cerca de dois minutos, nus, sem falar nada, ela com a cabeça no meu ombro e a minha no ombro dela. Na TV passa Cantando na Chuva, exatamente igual lá fora.  Eu me separo dela,  delicadamente, dou-lhe um selinho na boca, um beijoe  um cheiro no pescoço, alguns ao redor dos seios os quais aproveito para chupá-los, desço para a barriga dela, passo a língua em seu umbigo, enquanto seguro nas cochas, a faço sentar, delicadamente. Abro as pernas dela e avanço em direção à sua vagina, dou uma pequena masturbada na qual coloco a mão dentro dela, a qual puxo o clitóris para fora. Lá aproveito para chupá-lo devagorosamente e passo a língua nele. Ela demonstra sentir dor de prazer, vou aos poucos ficando sobre ela enquanto já deixei a vagina dela molhadinha. Deito sobre ela e pergunto se está tudo bem. Ela me responde que sim, sussurrando, que ela aguardava esse momento como antes na vida. Ela pode não ser virgem, mas é uma mulher virginal.

    Ela me diz: “Vem, será agora!”. Balanço a cabeça concordando, preparo meu pênis que não é tão do tamanho que queria, e deposito devagarzinho na vagina molhada dela. Noto que de início, ela sente o prazer. Mordo meus lábios e coloco a mão sobre os seios dela. Começo o movimento lentamente enquanto começo a ampliar o movimento. Os seios dela começam a se agitar de forma mais rápida, então tiro a mão deles e coloco o meu dedo na boca dela, para que ela chupe. A outra mão continua no seio esquerdo. Em alguns minutos, terminamos. Ela está esgotada. A chuva cai. Eu toco o corpo dela, devagarinho Ela está deitada sobre mim, como um gato se espreguiçando, dou um pequeno beijinho na boca dela enquanto toco o seu corpo: cabelos, seios, barriga, vagina. Meu pênis está roçando as nádegas dela. Ela se alinha de forma que ele fique alinhado ao corte dela como se fosse uma pessoa se afogando entre duas luas. Somos seres iguais. Ela pega a minha mão e a coloca sobre sua vagina, a começo masturbá-la enquanto beijo o seu pescoço devagarinho, por vezes ela vira e me beija em momentos inesperados, demonstrando o tesão que sente. Ela para, passa a mão em seu corpo e me encara. Eu também a encaro, ela corre para os fundos da casa, para o quintal, onde a chuva cai. Ela se senta no chão e faz um sinal com os dedos me chamando. A vagina dela por esse ângulo é mais linda. Ajoelho e fico na mesma posição que ela, com pernas entrelaçadas e nos apertamos bem forte, na chuva. Ela me derruba no chão, quer tomar as rédeas e senta-se nele, querendo sexo anal sentado, aproveitando que ainda continua duro. Os gritos dela ecoam pela vizinhança, duvido que qualquer um dela não tenha ouvido. Deitamos um do lado do outro, toco o corpo dela e dormimos.

    Acordamos com o fim da chuva, o Sol raiando, nota-se movimento da rua, o que faria com que qualquer um um pouco mais atencioso nos visse. Ela sussurra nos meus ouvidos que foi o melhor que ela tinha feito na vida e que nunca tinha feito anal.Decidimos passar o resto do fim de semana que acabara de conversar, nus. Foi apenas o início de dias felizes.

Link original: http://www.recantodasletras.com.br/cronicaseroticas/4929150
« Última modificação: Janeiro 14, 2015, 01:33:26 pm por Talude »
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