Arco 01 - O Começo
Aproximadamente 6 Turnos
02/06
Cena 01: Castelo de Bérquia, Dia 22/06 [Catélia]
Cena 02 - Castelo Oglaskayadrartaz, Dia 24/06 [Nerener]
Cena 04 - Forte Garamond, Dia 27/06 [Cyan]
Cena 05: Castelo de Bérquia, Dia 22/06 [Catélia]
Cena 01: Castelo de Bérquia, Dia 22/06- "Conflitos não se fazem só com homens e espadas! Nós temos um tratado de paz e a diplomacia a nosso favor! Além do rei... que tem homens e espadas e nunca aceitará estas revestidas ilegítimas!"
- "Em ultimo caso podemos pedir auxilo a família Omore, mas se a Bérquia entrar em guerra acho improvável uma ajuda do Rei nesse caso." - Faustos advertiu com sua postura séria costumeira - "Lembre-se que o Duque Tzorr pode declarar guerra evitando um caminho diplomático. Seu filho é ainda muito novo ele pode se cansar de esperar"
- "Não, não pode. Isto seria totalmente ilegítimo. Toda a Nobreza do reino de Omore se sentiria ultrajada com esta atitude."
- "Talves não se o que ele deseja é uma conquista diplomática, mas devo lembrar a Princesa que se o Duque entrar em guerra e a alteza morrer, os seus sucessores que poderiam reclamar o trono são Korn e Huglia, ambos proles legitimas de Tzorr, Holavo está desaparecido e certamente apenas com a ajuda do Justicar teria a Berquia novamente um Vjedik legitimo!" - Faustos não parecia faliz com aquelas palavras mas continua - "E certamente a família Omore não interferiria em um caso tão distante de suas vistas. Afinal, o Justicar é pago para manter os interesses dos Omores sem que nossos amados reis tenham alguma preocupação, e sabendo que não se trata de uma disputa territorial por sangue, é apenas a pura, simples, brutal e barbara guerra. A Princesa teria apenas a si mesmo como ajuda!"
Cena 02 - Castelo Oglaskayadrartaz, Dia 24/06Nerener mal podia perceber o cheiro da comida que impregnava o ar, e não pode ver Varus comendo sem cerimonias da comida de Turet
- "Concertando meu Navio, achei que já sabia disso, ou estou infringindo alguma lei?"
Ele gargalha quase fazendo Nerener se desconcentrar. Mas o Conde tinha sua atenção e concentração focadas na mente do Capitão. Uma aura azul que apenas Nerener podia ver na cabeça de Turet parece abrir sua mente como um livro, e ele enxerga o que o pirata esconde, o que todo pirata esconde, um tesouro sem igual. Nerener fica afoito, tenta descobrir mais, no entanto tudo que ele encontra são suposições e informações quebradas. Se algo Turet sabe é que existe um tesouro escondido nas terras de Nirmishtav, um lugar ao oeste, em direção as terras barbaras. Um tesouro lendário que agora parece ter deixado um pouco a zona das lendas e se tornado real.
Cena 04 - Forte Garamond, Dia 27/06- "Conde Vanistav é muito bom saber que minha fama se espalha por vários lugares. Claro que somos os melhores no que fazmos e é certo que você sabe disso."
Cyan para de falar e olha para a janela de onde vem sons de combate, de seus soldados treinando. Ele volta a olhar para o conde e a falar de maneira desinteressada.
- "A sua oferta é boa, mas não compra meu exército. Por esse valor, apenas as mulheres, os velhos e os bastardos irão marchar para defender sua causa, enquanto o meus soldados ficam aqui no forte. Se você quiser levar meus homens será necessário acrescentar algumas moedas aos meus cofres e garantir que os espólios serão meus. "
O cavaleiro dá uma pausa em sua fala e bebe o vinho da sua caneca.
- "Certamente chegaremos em um acordo. Mas porque você precisa de um exército se sua causa é legal e reconhecida pelo rei?"
O Conde parece se exaltar ligeiramente: - "Você terá terras, um nome nobre, sera o senhor de algo que sua vida atual jamais lhe possibilitara nem mesmo sonhar e acha isso pouco? Pois bem, diga seu preço. Assim que minhas terras foram reconquistadas terá sua parte no acordo certamente!" - Cyan nota que o Duque fugiu de sua ultima pergunta
Cena 05: Castelo de Bérquia, Dia 22/06 [Catélia]- "Soldado, largue este homem, para que comportamento tão rude?" - Catélia reclama com o Soldado que a obedece prontamente
- "Parece que minha presença é tão importante aqui que se fez necessário um pedido tão insistente." - Ele puxa o braço do Soldado que o solta e se retira - "No que posso ser util?"
- "Desculpe sua magnificiência, Sacerdote Linus, meus homens andam com medo e mal podem reconhecer quem são seus amigos e inimigos. Mas adianto que considero o senhor um amigo. Convoquei-o para não esquecer de nossa reunião e da missão pela qual foi designado. Onde estão os líderes das 3 vilas ao Leste? Eu ordenei que queria conversar com eles, um de cada vez, e propor-lhes uma aliança. Até ofereci a construção de um templo azul numa dessas cidades, espero que esta parte o senhor não tenha esquecido também."
- "De forma alguma minha Princesa, meus esforços tem sidos todos em prol de fazer valer seus desejos!" - Linus fala fazendo Faustos e Rufos olharem com certo desdem para o sacerdote - "Veja Alteza, partes da Bérquia estão neste momento lutando contra o seu governo. Eles se escondem, planejam, e manipulam. Não é como se houvesse um endereço fixo para os rebeldes e os seus simpatizantes."
Linus se senta a mesa e aguarda que um criado o sirva - "Devo lhe dizer que a despeito das forças antagônicas nossos esforços tem rendidos bons resultados. Nos últimos dias meus comandados tem conseguido angariar mais fieis a nossa fé. Um trabalho árduo e difícil, mas que tem restaurada a fé não só espiritual mas também no Principado."
Faustos deixa escapar um sutil e abafado grunhido - "De fato Alteza, os nives de insatisfação tem reduzido nos últimos dias. Mantenho alguns informantes no mercado para prever algumas interperies financeiras que poderiam abalar os cofres da Bérquia, e os relatos de insatisfação e reclamação foram reduzidos mesmo que minimamente!"
- "Um resultado mais que satisfatório para o que me foi confiado se me permite a humildade! Obviamente posso ampliar esse resultado se me for dada autorização para a criação de alguns pequenos, porem importantes, templos azuis. Tenho certeza que seremos ouvidos por muitos mais dessa forma" - Faustos sorria, um sorriso se não de prazer pelo sucesso de sua missão, por ter obrigado Faustos a colaborar com sua causa indiretamente
- "Um caminho muito próximo de uma Teocracia Alteza, é meu dever lhe lembrar!" - Fala Faustos pondo o chá na mesa
A maioria dos testes que to fazendo são realmente secretos, aqueles testes atrás do escudo. Mas o Barão me alertou a deixar em aberto aqui quando um teste fosse feito para que exista a possibilidade do gasto de Benes e Cartas. Pois bem, assim o farei (ou tentarei)
Bem, Youkai, você usou sua Carta, mas não foi necessário o Bene, você conseguiu um 6 e com isso uma ampliação. Considerei apenas uma falha por um único motivo, eu esqueci de por ali que a sua carta funciona apenas em combate. Erro meu, por isso deixei como tava dessa vez, mas em compensação fiz apenas ele tirar 1 e te dar uma ampliação (mais que o necessário pro teu resultado)