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Jogos Sociais / Re:Pedra, Papel, Metralhadora
« Online: Abril 01, 2012, 02:27:53 pm »
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MEC e Iphan disponibilizam publicação que promove a educação patrimonial nas escolas brasileiras
O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta terça-feira, 20 de março, o primeiro fascículo sobre Educação Patrimonial no Programa Mais Educação. O material disponível em http://bit.ly/iphamaiseducacao e que também será distribuído às escolas que optarem pela atividade é o primeiro do kit que englobará outros dois.
A ideia do projeto realizado em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-Iphan é que os estudantes realizem inventários dos patrimônios locais nos territórios nos quais as escolas estão inseridas. Ao escolher desenvolver o projeto sobre Educação Patrimonial, a escola receberá recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) – Educação Integral – para aquisição de equipamentos audiovisuais. Desta forma, poderão elaborar e divulgar os inventários produzidos.
Serão máquinas fotográficas com a função filmagem; gravadores de áudio digital (MP3); HD externo; tripé de câmera; cartucho colorido de impressora ou apoio para serviço de impressão; fichas para o inventário, além de R$ 1.000,00 (mil reais) como apoio para as saídas de campo; e outros R$ 700,00 (setecentos reais) para produzir exposições, encontros, rodas de memória, mostras de filmes, e outros, a partir dos resultados do inventário.
O segundo fascículo, em elaboração, apresentará conceitos importantes para o desenvolvimento do trabalho como, por exemplo, cultura, memória e identidade. O terceiro trará um repertório de possíveis ações educativas ligadas ao tema. Também está em elaboração um caderno com orientações para a realização do inventário.
A parceria entre MEC e Iphan
A parceria foi iniciada ainda em 2010 e consolidada a partir da participação do MEC no II Encontro Nacional de Educação Patrimonial – II ENEP, realizado em Ouro Preto (MG) em julho de 2011.
A Educação Patrimonial passou a integrar o Macro-campo “Cultura e Artes” do Programa Mais Educação com uma atividade específica que vem sendo construída pelo Grupo Técnico interdepartamental formado com esse fim, e coordenado pela Ceduc/DAF.
O Programa Mais Educação da Secretaria de Educação Básica do MEC envolve, atualmente, 30 mil escolas das redes municipais e estaduais. Em 2012, a expansão do Programa deve incluir, pela primeira vez, escolas de ensino fundamental no campo, com a perspectiva de ingresso de 5 mil escolas da área rural.
O Mais Educação integra as ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), como uma estratégia do Governo Federal para induzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular, na perspectiva da Educação Integral. Essa estratégia promove a ampliação de tempos, espaços, oportunidades educativas e o compartilhamento da tarefa de educar entre os profissionais da educação e de outras áreas, as famílias e diferentes atores sociais, sob a coordenação da escola e dos professores.
Trata-se da construção de uma ação intersetorial entre as políticas públicas educacionais e sociais, contribuindo, desse modo, tanto para a diminuição das desigualdades educacionais, quanto para a valorização da diversidade cultural brasileira, reconhecendo que a educação deve ser pensada para além dos muros da escola, e considerar a cidade, o bairro e os bens culturais como potencialmente educadores, eles próprios.
Fazem parte do programa o Ministério da Educação, o Ministério da Cultura, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, o Ministério da Ciência e Tecnologia, o Ministério do Esporte, o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Defesa e a Controladoria Geral da União.
Assaltante tentar atirar em vítima durante assalto e mata comparsa em BH.
O autor do disparo fugiu do local e ainda segue procurado
João Henrique do Vale -
Publicação: 30/03/2012 18:54 Atualização: 30/03/2012 19:11
Um assaltante acabou morto pelo próprio comparsa na tarde desta sexta-feira no Bairro Salgado Filho, na Região Oeste de Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Militar, a dupla entrou em uma clínica veterinária e efetuou um roubo. Eles chegaram a levar uma quantia em dinheiro que não foi informada pelos militares.
Quando deixavam o local, um funcionário reagiu ao assalto e entrou em luta corporal com um dos suspeitos. Durante a briga, o outro homem atirou contra a vítima, mas acabou acertando o parceiro.
O homem foi socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oeste, mas não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo. O autor dos disparos fugiu do local e ainda é procurado.
Estudo aponta que acreditar estar bêbado aumenta a autoestima
Uma equipe internacional de cientistas provou por meio de um estudo divulgado nesta quinta-feira que apesar de as pessoas se sentirem mais sedutoras conforme a quantidade de álcool que ingerem, a melhora da percepção sobre si mesmo não é consequência das bebidas, mas de um efeito "placebo" causado pelo álcool.
O estudo, intitulado "Beauty is in the eye of the beer holder" (A beleza está no olho do que segura a cerveja), aborda o papel do álcool no grau de atração que cada pessoa atribui a si própria e para sua aplicação foi utilizado um grupo de pessoas em um laboratório e em um bar, segundo publicou nesta quinta-feira a Universidade Paris Descartes.
O estudo levantou duas hipóteses: o consumo melhoraria o grau de atração que cada pessoa confere a si própria, ou haveria respostas mais polarizadas que fizessem com que aqueles que se considerassem interessantes reforçassem essa crença, enquanto aqueles que não tivessem a mesma visão positiva se afundariam em seus defeitos.
Na primeira parte, feita com 19 pessoas em um bar, os participantes foram orientados a declarar o quão atraentes, brilhantes, originais e divertidos se consideravam, e ao aumentar a quantidade de álcool ingerida a opinião sobre eles próprios também melhorou.
Na segunda parte, realizada com 86 pessoas, foi entregue aleatoriamente aos voluntários bebidas que continham ou não álcool. Enquanto metade foi levada a acreditar que havia consumido bebidas alcoólicas, a outra metade pensava o contrário.
Esses últimos foram levados a crer que estavam degustando uma nova bebida de uma empresa falsa que ia ser lançada no mercado, e foi pedido que escrevessem uma mensagem publicitária que supostamente ia ser utilizada pela empresa para promover o produto.
Os participantes apresentaram posteriormente sua estratégia, em uma exposição gravada e analisada por um grupo independente de 22 juízes.
Os resultados, segundo os dados da Universidade Paris Descartes, mostraram que quem achava que tinha tomado álcool dava a si próprio as melhores notas.
A análise procedente dos juízes, que não sabiam quais participantes eram de cada grupo, constatou que a melhora registrada nas respectivas percepções não estava relacionada com sua verdadeira atuação.
Para os responsáveis do estudo, entre os quais está a Universidade de Ohio, estas conclusões confirmam que a crença de ter consumido álcool basta para que a mente atue como se o tivesse feito.
Estudos anteriores demonstravam que o consumo de álcool aumenta a atratividade que uma pessoa vê em outra do sexo oposto, mas com a pesquisa de agora foi provado que também faz com que melhore a opinião sobre si própria, uma visão que, segundo os autores, se limita à de quem bebe, e não é compartilhada pelos demais.
Regras para comprovação de residência passam em comissão
A Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou, nesta terça-feira (27/3/12), parecer de 1° turno favorável ao Projeto de Lei (PL) 2.593/11, de autoria do deputado João Vitor Xavier (PRP), que estabelece normas para comprovação de residência no Estado.
Para o relator da matéria, deputado Duílio de Castro (PMN), a proposição "tem o duplo mérito de proteger o cidadão-consumidor na aquisição de produtos, eliminando burocracias e formalismos, e de valorizar a boa intenção dos indivíduos". Ele ressalta ainda que as medidas legislativas que impliquem comodidades aos cidadãos e que visem à proteção efetiva dos consumidores devem ser sempre bem-vindas.
O PL 2.593/11 estabelece que a exigência de comprovante de residência seja suprida pela declaração de próprio punho do interessado e determina que a mencionada declaração deverá conter exigências de ciência do indivíduo de que informação falsa o sujeitará às consequências jurídicas pertinentes. A proposição estabelece, ainda, que a recusa da declaração como prova de residência sujeitará o infrator às penalidades de advertência e multa, no valor de 500 Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs) em caso de reincidência. No exercício de 2012, cada Ufemg corresponde a R$ 2,33, sendo a multa, então, no valor de R$ 1.165.
Em sua justificativa, o deputado João Vitor Xavier afirma que, atualmente, para declarar endereço são solicitadas contas de empresas prestadoras de serviços públicos, como água e luz. No entanto, essas contas são emitidas em nome de apenas uma pessoa da residência, o que dificulta a comprovação de endereço de um cidadão que não possui conta em seu nome. Ele afirma ainda que as normas jurídicas devem refletir a realidade social e trazer benefícios para a coletividade, produzindo impactos positivos na vida do cidadão.