Autor Tópico: Recriando a 4ª Edição (V1.0)  (Lida 10538 vezes)

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Offline Rain

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Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #30 Online: Junho 01, 2012, 05:19:49 pm »
Lumine eu aceitei sabe, meus jogadores também
Mais a massa (a grande maioria de jogadores que tenho contato na internet) não gostaram

E aquele velho preconceito com termos e firulas que eu não tenho! (apesar de achar algumas raças que lançaram escrotas = shardmind eu falo de você)

Outra coisa, existem Retcons e Retcons

O tempo das pertubações foi uma loucura mais foi aceitável (aceito pela maioria brutal dos jogadores de FR) depois a migração para a 3e foi bem suave (mais uma vez as mudanças ou ajustes foram bem aceitos), na 4e Forgotten perdeu a grande maioria de seus fãs, que permaneceram jogando 3e justamente pela cagada federal que cometeram com o cenário, deixando tudo brilhante, cada raça com seu reino e etc (os jogadores de FR são aqueles que mais falam que d&d se tornou um MMO de mesa)

Este tipo de concepção (reino dos eladrins, reino dos dragonborns, reino dos mortos vivos, reino dos genasi coloridos, reino dos tieflings, aasimarres ficando roxos) causou um enorme buraco no plot comum

Serio, esta historinha de reino temático de raça colorida não lembra MMO? Só lembrando que não tenho nenhum preconceito com este tipo de jogo
"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância."
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Offline Lumine Miyavi

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Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #31 Online: Junho 01, 2012, 05:39:53 pm »
Lumine eu aceitei sabe, meus jogadores também
Mais a massa (a grande maioria de jogadores que tenho contato na internet) não gostaram

E aquele velho preconceito com termos e firulas que eu não tenho! (apesar de achar algumas raças que lançaram escrotas = shardmind eu falo de você)
Então deixe que a massa venha aqui e se pronuncie. Se você aceita, e concorda, porque bater de frente se isso sequer é sua "causa"?

Outra coisa, existem Retcons e Retcons

O tempo das pertubações foi uma loucura mais foi aceitável (aceito pela maioria brutal dos jogadores de FR) depois a migração para a 3e foi bem suave (mais uma vez as mudanças ou ajustes foram bem aceitos), na 4e Forgotten perdeu a grande maioria de seus fãs, que permaneceram jogando 3e justamente pela cagada federal que cometeram com o cenário, deixando tudo brilhante, cada raça com seu reino e etc (os jogadores de FR são aqueles que mais falam que d&d se tornou um MMO de mesa)
Na verdade, Tempo das Pertubações foi nada mais que acomodar o cenário da 1e pra 2e de D&D, nem mais, nem menos. E se você ver pelo lore, foi tão traumático pras raízes do cenário que a Spellplague.

Este tipo de concepção (reino dos eladrins, reino dos dragonborns, reino dos mortos vivos, reino dos genasi coloridos, reino dos tieflings, aasimarres ficando roxos) causou um enorme buraco no plot comum

Serio, esta historinha de reino temático de raça colorida não lembra MMO? Só lembrando que não tenho nenhum preconceito com este tipo de jogo
Cidades segregadas? Me lembra vários outros jogos... tipo Ravenloft.

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Offline Smaug

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Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #32 Online: Junho 01, 2012, 05:43:08 pm »
Mudar de Eladrin para Alto-elfo vai trazer alguma alteração na mecânica da 4e ou simplesmente vamos chamar a raça por um nome diferente e talvez tirar o teleporte dela e dar algum outro poder utilitário no lugar? Porque se não for mudar a mecanica da 4e então não tem motivos de ser discutido nesse tópico.
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Offline Madrüga

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Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #33 Online: Junho 01, 2012, 09:09:01 pm »
Rain, tá gastando espaço do tópico.
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Offline Metal Sonic

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Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #34 Online: Junho 01, 2012, 10:14:20 pm »
Mais alguns pontos:

- Eu já ouvi várias críticas a 4th ao respeito que "combate à distância é quebrado". Isso procede, e caso proceda, irá ser corrigido?
- Regras para destruir coisas vão ser implementadas?
- Alguma idéia para "ferimentos graves", aquelas feridas que prejudicam você e são muito difíceis de ser curada (mesmo com magia)?
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Offline kinn

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Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #35 Online: Junho 01, 2012, 10:18:29 pm »
Rain, eu adoro eladrins desde a 3e e gostaria que houvessem exemplos low power deles pra jogar e que vejo? Exatamente o que pedi na 4e.

Curiosamente, no meu cenário não tem eladrins (nem drows), mas um conjunto de 7 famílias elficas. Algumas usam estatística drow, outras de elfo e outras de eladrin. Todas tem pupilas e se separam pela cor dos cabelos.
Acho essa obsessão sua besteira.

Sobre o tópico:

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Os jogadores podem usar um número de poderes maiores por encontro igual ao número de poderes maiores que ele possui. É possível usar o mesmo poder todas estas vezes.

Apesar de concordar que há poderes de nível maiores que não são melhores, acho que haverá uma tendência de repetir uso de poderes, especialmente de jogadores preguiçosos ou power games.

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Poderes que usam uma ação imediata para fazer uma jogada de ataque passam a exigir uma ação de oportunidade.

Achei isso interessante.

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Poderes que usam uma ação mínima para fazer uma jogada de ataque e/ou causar dano passam a exigir uma ação padrão, exceto se esta ação vier da sustentação de um poder já ativo, ou de um "pet" (familiar, companheiro animal, ou invocação).

Não entendi isso. Seria para limitar o combo do ranger? Se for, poderia colocar uma exceção para aquela árvore de poderes dizendo que não poderia repeti-los por exceto se usar todos do ciclo na sequência exata... :hum:

No mais estou desconcertado com a proposta mas achei interessante.
E sugiro um adendo: um warlord essencial estaria na lista do projeto?
Pesquisas provam:
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Offline kinn

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Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #36 Online: Junho 01, 2012, 10:19:36 pm »
Mais alguns pontos:

- Eu já ouvi várias críticas a 4th ao respeito que "combate à distância é quebrado". Isso procede, e caso proceda, irá ser corrigido?
- Regras para destruir coisas vão ser implementadas?
- Alguma idéia para "ferimentos graves", aquelas feridas que prejudicam você e são muito difíceis de ser curada (mesmo com magia)?

Isso poderia ser algumas daquelas mecanicas de doença/maldição/whatever que talvez exigisse uma quest para tratar... a 4e tem bons elementos para mecanizar isso.
Pesquisas provam:
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Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #37 Online: Junho 02, 2012, 01:06:19 am »
@Rain: Eu não quero criar um 13th age ou Pathfinder da vida. Então não pretendo mexer em fluff. Eu gosto de como a mecânica na 4e é fechadinha a ponto de você poder usar reskin na classe que quiser para jogar com a mecânica que deseja (como o Remy na última campanha era um paladino que usava mecânica de híbrido warlock|swordmage).

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Os jogadores podem usar um número de poderes maiores por encontro igual ao número de poderes maiores que ele possui. É possível usar o mesmo poder todas estas vezes.

Apesar de concordar que há poderes de nível maiores que não são melhores, acho que haverá uma tendência de repetir uso de poderes, especialmente de jogadores preguiçosos ou power games.

Também acredito nisto. Não quero mexer muito na lista pra não impactar o item 1, mas uma das adaptações que eu pretendo fazer é forçar um aumento de dano nos poderes de nível mais baixo. Por exemplo, se seu personagem é de patamar exemplar, todos os seus poderes maiores de patamar heróico tem o dano aumentado em 1 dado.

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Poderes que usam uma ação imediata para fazer uma jogada de ataque passam a exigir uma ação de oportunidade.

Achei isso interessante.

Vai precisar de playtest pra ver como funciona, mas em geral, é um buff pros jogadores. Por exemplo, o guerreiro poderá usar a marca contra vários inimigos se quiser. A intenção é cortar contabilidade, porque tem vez que os jogadores e o mestre esquecem se a ação imediata já foi usada naquela rodada ou não. Com a limitação de um poder maior por rodada, não deve dar muito problema com poderes de interrupção em si.

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Poderes que usam uma ação mínima para fazer uma jogada de ataque e/ou causar dano passam a exigir uma ação padrão, exceto se esta ação vier da sustentação de um poder já ativo, ou de um "pet" (familiar, companheiro animal, ou invocação).

Não entendi isso. Seria para limitar o combo do ranger? Se for, poderia colocar uma exceção para aquela árvore de poderes dizendo que não poderia repeti-los por exceto se usar todos do ciclo na sequência exata... :hum:

Minimizar otimização de ações, na verdade. Em geral, ataques que usam ação mínima (off-hand strike e afins) costumam causar muito pouco dano comparado com os ataques de ação padrão, mas são escolhidos porque aumentam o dano por rodada do personagem. Eliminando esta possibilidade, a ação mínima volta pra utilidade que ela tinha originalmente: Ser uma ação complementar para coisas menores, como abrir uma porta, pegar um item do chão, beber uma poção, ou ativar habilidades de classe (como maldição do bruxo).

Basicamente, vai dar coerência: Se rola ataque, ou é uma ação padrão, ou é uma ação de oportunidade. A única exceção são criaturas sob o controle do jogador, onde a ação mínima simula uma ordem.

E sugiro um adendo: um warlord essencial estaria na lista do projeto?

Ainda não. Mas pode estar. To querendo mexer nas classes por último.


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Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #38 Online: Junho 02, 2012, 10:54:09 pm »
Primeiramente, vejo com bons olhos o projeto, Nibe. Parabéns pela iniciativa.

Algumas dúvidas. Vc diz:

  • Atributos param de influenciar a jogada de ataque dos poderes. As jogadas agora são iguais a: 3 + proficiência + nível + outros modificadores.
  • Atributos param de influenciar a jogada de dano dos poderes. Ao invés disto, eles recebem um bônus de +1 dado por patamar (+1 no heroico, +2 no exemplar, +3 no épico). Logo, um ataque básico com espada longa feita por um personagem de nível 1 causa 2d8 de dano, enquanto um personagem de nível 26 causa 4d8 de dano. (A nomenclatura "+1 dado" é porque ele também influencia ataques de implemento)

i. O que representa esse "3" na jogada de ataque?
ii. Sobre desassociar atributos de dano: e quanto a poderes/features que vinculam outro atributo ao dano. Por exemplo, Dirty Fighting do Pit Fighter (Ftr Paragon Class, PHB)?

Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #39 Online: Junho 03, 2012, 01:08:20 am »
i. O que representa esse "3" na jogada de ataque?

O equivalente a começar com o atirbuto de ataque 16. Não é a melhor otimização do mundo (muitos dizem ser obrigatório começar com 20), mas é um número médio que mantém a matemática, já que a curva de ataque dos jogadores vai passar a dos monstros (+29 contra +31). Mas se ficasse menor que isto ia atrapalhar os jogadores de nível baixo.

ii. Sobre desassociar atributos de dano: e quanto a poderes/features que vinculam outro atributo ao dano. Por exemplo, Dirty Fighting do Pit Fighter (Ftr Paragon Class, PHB)?

Vão ter que ser olhados caso a caso. No caso de trilhas exemplares, acho que manter não atrapalha muito. Vale lembrar que eu removi o aumento de atributo, então se o jogador quiser investir muito nisto, vai ter +4 ou +5 de dano, ao invés dos +9 que poderia chegar originalmente.

No caso de poderes, eu ainda vou escrever de forma técnica nos primeiros posts, mas basicamente a regra é que se ela somar o bônus de atributo básico (força pra guerreiro, destreza pra ladino, etc), ele é substituído por um dado, e se somar um atributo secundário (sabedoria pra paladino, destreza pra feiticeiro...), vai usar o atributo primário.


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Atualização -> V0.2
« Resposta #40 Online: Junho 03, 2012, 04:06:28 am »
Fiz a segunda adição nos posts da primeira página.

  • Adicionado a restrição de um poder maior por rodada.
  • Eliminada a alteração de ataques de ação imediata para ação de oportunidade, e de ação de ataque mínimo virarem ação padrão. A limitação de um poder maior por rodada torna ambas as alterações desnecessárias.
  • Adicionado a informação de como atributos principais e secundários passam a afetar poderes e caracteríticas de classe.
  • Adicionado a primeira versão das regras de perícias.
  • Adicionado o nerf na vantagem defensiva do bárbaro que escalava com os níveis para compensar o fato de só aumentarem dois atributos por vez.
  • Adicionado a modificação em uma característica do bardo, para dar equivalência com as novas regras de perícia.


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Offline kinn

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Re:Recriando a 4ª Edição
« Resposta #41 Online: Junho 03, 2012, 11:52:50 am »
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Poderes que usam uma ação mínima para fazer uma jogada de ataque e/ou causar dano passam a exigir uma ação padrão, exceto se esta ação vier da sustentação de um poder já ativo, ou de um "pet" (familiar, companheiro animal, ou invocação).

Não entendi isso. Seria para limitar o combo do ranger? Se for, poderia colocar uma exceção para aquela árvore de poderes dizendo que não poderia repeti-los por exceto se usar todos do ciclo na sequência exata... :hum:

Minimizar otimização de ações, na verdade. Em geral, ataques que usam ação mínima (off-hand strike e afins) costumam causar muito pouco dano comparado com os ataques de ação padrão, mas são escolhidos porque aumentam o dano por rodada do personagem. Eliminando esta possibilidade, a ação mínima volta pra utilidade que ela tinha originalmente: Ser uma ação complementar para coisas menores, como abrir uma porta, pegar um item do chão, beber uma poção, ou ativar habilidades de classe (como maldição do bruxo).

Basicamente, vai dar coerência: Se rola ataque, ou é uma ação padrão, ou é uma ação de oportunidade. A única exceção são criaturas sob o controle do jogador, onde a ação mínima simula uma ordem.

Porém como você mesmo disse, são escolhidos para aumentar o dano por rodada. Para ficar justo, já que estes poderes ficarão inúteis e é um fluff do ranger fazer cada vez mais ataques por turno, estes poderes serem substituídos por um poder extraordinário ou outro efeito que permita fazer progressivamente mais ataques como este combo de poderes permite.
Pesquisas provam:
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Offline Heitor

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Re:Recriando a 4ª Edição (V0.2)
« Resposta #42 Online: Junho 03, 2012, 02:13:46 pm »
Não seria bom dar uma 'perícia garantida' às classes que não possuem? Por exemplo, Tolerância ou Atletismo ao guerreiro.

Offline kinn

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Re:Recriando a 4ª Edição (V0.2)
« Resposta #43 Online: Junho 03, 2012, 02:36:39 pm »
E o bardo vai perder mesmo as perícias extras que tem (bem como outras classes com mais de 3 perícias?)
Pesquisas provam:
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Re:Recriando a 4ª Edição (V0.2)
« Resposta #44 Online: Junho 03, 2012, 02:55:19 pm »
Não seria bom dar uma 'perícia garantida' às classes que não possuem? Por exemplo, Tolerância ou Atletismo ao guerreiro.
Dá muito trabalho passar classe por classe pra dar estas perícias. Eu só alterei a característica do bardo porque ela ia inflacionar demais as perícias não-treinadas.

Mas como não vai ter mais o problema do aumento de atributos tornando os testes impossíveis a longo prazo, a maioria dos testes de perícia vai se tornar um teste de atributo. A regra de tirar no mínimo 10 faz as ações de dificuldade trivial serem sucessos automáticos, e as ações moderadas talvez, se tiver atributo e bônus suficiente pra isto.

Vale lembrar que com isto qualquer bônus de perícia advindo de item ou talento faz uma grande diferença. Alguém que tenha +3 de atributo, +2 racial, e +2 de background, pode pegar Foco em Perícia para ganhar sucesso automático nas dificuldades 20. É um investimento que vale a pena, enquanto na 4e normalmente, Foco em Perícia é algo que não faz realmente muita diferença.

Se é equilibrado, vamos descobrir com o playtest. Pelo menos inicialmente, não acho que alguém que investiu talento e background, além de combinar uma raça com bônus no lugar certo, não tenha motivos pra não ser estupidamente bom naquilo que faz.

E o bardo vai perder mesmo as perícias extras que tem (bem como outras classes com mais de 3 perícias?)

Vai.

Uma alternativa que eu venho pensando é dar mais uma perícia treinada extra nos níveis 11 e 21. mas quero ver como a regra se comporta primeiro antes de adicionar mais coisas.


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