Autor Tópico: Resumos  (Lida 1696 vezes)

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Resumos
« Online: Outubro 16, 2015, 12:36:12 am »
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« Última modificação: Outubro 24, 2015, 05:21:46 pm por Veep »

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Re:Resumos
« Resposta #1 Online: Outubro 24, 2015, 05:21:21 pm »
Primeira Sessão (18/10/2015)

Desaparecimento em Rekkenmark - Parte 1

Aidan, Carmem e Dracofortis, que já viajavam juntos, são contactados por Karasin e aceitam se encontrar em uma confeitaria simples em Rekkenmark. Lá os três encontram o Major Mikhail d’Deneith junto de Karasin e o major, agora promovido a Marechal Setinela, os conta que uma amiga do Barão Deneith desapareceu na cidade e que ele fora incumbido de encontra-la.

Mikhail prefere revelar apenas as informações que ele acha relevante para a missão depois do grupo aceita-la e explica que Helena d’Deneith, uma Marechal Sentinela como ele, havia sido enviada para Rekkenmark em uma investigação há cerca de um mês, porém por volta de uma semana atrás ela desapareceu sem deixar rastros. Isto não seria chamativo por si só, porém o Barão recebeu uma carta enigmática da casa Thuranni e ele teme que estes eventos estejam conectados; significando que algo maior pode estar por trás de tudo isto.

Helena estava hospedada na taverna e estalagem Beberrão e a informação que Mikhail possuía sobre a situação, ou o trabalho dela em Rekkenmark, é que ela estava investigando a Academia Rekkenmark, nobres e Igrejas locais. Aceitando o trabalho o grupo decidiu ir até a taverna onde conheceram seu dono, Bernard, e foram investigar os aposentos de Helena. Ali eles descobriram que:

•   Carmem não percebe quando pássaros defecam em seu chapéu.
•   Ela pagou por dois meses de estadia adiantados.
•   Pessoas estão desaparecendo, possivelmente a noite, no distrito religioso e nenhum oficial da cidade, seja a guarda, os nobres, clero ou membros da academia, parecem ter se importar com isto.
•   Principe Halix ir’Wynarn pode ser um fanfarrão e está causando problemas para a Academia.
•   Velho Willson viu um troll rosa gigante nas docas.
•   Helena tinha um convite para um baile no palacete do Regente da cidade na sexta feira.
•   Um amuleto da Hoste Soberana foi encontrado em um dos casacos da mulher, embora ela seja crente da Chama Prateada.
•   Anotações feitas as pressas dizendo "O distrito está sendo reparado, muitas pessoas, muitos guardas. Muito dinheiro gasto, mas o templo está intocado. Pessoas desaparecem nele e nenhuma ação do lorde não faz sentido. Academia - Armamentos sumiram.”
•   O diário de Helena menciona um nobre, possivelmente de Deneith, conectado a Vol que está doando muito dinheiro para a cidade.

Por fim o grupo decidiu ir explorar o templo de Vol, onde o antigo Mestre de Dracofortis trabalha, e foram emboscados por membros de uma guilda de ladrões locais, os Ratos Vermelhos.

Os bandidos mostraram interesse em Dracofortis e Aidan achou estranho que eles estivessem na companhia de homens que pareciam ter poderes divinos, mas antes que o grupo pudesse analisar a situação ou questiona-los, o combate começou.

PS: Quase rolou TPK no combate, hence, o grupo decidiu dar reload no save.

Offline Veep

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Re:Resumos
« Resposta #2 Online: Novembro 08, 2015, 11:43:41 am »
Depois de vencerem o grupo de Ratos Vermelhos o grupo sai as pressas da cena do crime querendo evitar qualquer confronto com a guarda por temer que pessoas de alto escalão estivessem envolvidas naquilo tudo  e chegam ao templo de Vol pouco tempo depois.

No templo o grupo logo encontra Fraedus Thul, o antigo mestre de Dracofortis, que estranhamente parece ter sido alcançado por sua idade e está deveras avoado. Fraedus conta que os mortos vivos da Igreja, que antes estavam ajudando na reconstrução de Rekkenmark, foram confiscados por um decreto do Barão Theoban e levados para as criptas embaixo do antigo templo de Vol, e atual templo dos Soberanos.

Fraedus disse que os desaparecimentos começaram depois disto e que a maioria parecem ser inquiridores, crentes do Sangue de Vol, embora ele não tenha certeza de que sejam os únicos. Ele encontrou Helena e a mulher havia conversado com vários dos inquiridores na missa, prometendo tentar ajuda-los a reencontrar seus familiares; mas Fraedus havia também indagado se ela não queria ir até as criptas resgatar os mortos-vivos, principalmente um zumbi chamado Thogi que era como o filho de Fraedus, ou um animal de estimação muito querido.

Por fim Fraedus convidou o grupo a se juntarem aos inquiridores na missa da noite, onde talvez eles pudessem conversar com eles e descobrir mais informações sobre Helena e também refez o pedido que fizera a Helena, pedindo ao grupo que resgatasse os morto-vivos.

O grupo acabou decidindo por dar uma olhada nas criptas antes de voltarem à missa a noite e ai se encerrou a sessão.

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Re:Resumos
« Resposta #3 Online: Novembro 21, 2015, 05:38:01 pm »
No começo da tarde o grupo alcança as redondezas do cemitério, descobrindo que ele está aparentemente fechado e sob proteção dos Guardiões Soberanos, um grupo de soldados de elite paramilitar da Hoste Soberana. Além de soldados espalhados pelo cemitério, o grupo também descobre que vários raios de luz dourados que sobem até os céus são rituais, curiosamente arcanos e divinos simultaneamente, que protegem e vigiam tudo e todos que entram na região.

Dominados por paranoia o grupo decide ignorar a sugestão de Aidan de ir até os portões e conversar com os guardas e o homem de meia-idade que estava prestes a entrar, e opta por entrar no cemitério via meios mais furtivos.

O grupo se divide, com Carmem e Aidan indo para um dos lados do cemitério e Karasin e Dracofortis para o outro. Carmem é a primeira a tentar a pular o muro e, infelizmente, aterrissa com a graça de um elefante de frente para alguns guardas que protegiam um mausoléu. Ela consegue engana-los com um blefe e é levada de volta a entrada, após descobrir que os portões não estavam fechados a visitantes e tudo que eles precisavam ter feito era conversar com os guardas da entrada, deixar suas armas com eles e se registrarem para conseguirem entrada.

Enquanto isto Karasin e Dracofortis fazem a mesma coisa, tendo um destino similar e não apenas chamando a atenção dos guardas, mas também de um dos rituais. Dracofortis começa um escândalo ao ver o olho quando Aidan escolhe outro ponto e adentra o cemitério com sucesso.

Aidan vê uma família lamentando a perda de um familiar e se aproximar deles, tentando disfarçar sua presença. Do outro lado Dracofortis e Karasin são interceptados pelos guardas que tentam compreender o que está acontecendo. Em meio à confusão, Karasin se apresenta como membro da casa Deneith e tenta ameaçar o guarda; Duas vezes.

Aidan vê Carmem e Mikhail na entrada e vai até eles, quando o guarda da entrada se mostra surpreso com a presença de alguém armado ali. Com mais blefes o guarda se frustra os deixa entrar, os avisando que se forem pegos ele não sabe quem eles são e a responsabilidade é toda deles.

As provocações de Karasin resultam nos guardas erguendo suas armas para retira-los a força e o restante do grupo escuta a comoção de longe, correndo para auxilia-los. Quando o trio finalmente chega Karasin está caído no chão, inconsciente, o raio de luz tornou-se vermelho e emitia uma vibração alta, e Dracofortis estava encurralado contra a parede, cercado por três guardas.

Todos entram em combate e depois de vários reforços chegando, eles conseguem sair vitoriosos com Dracoforits desativando o ritual e o grande símbolo de metal da Hoste Soberana que flutuava dentro do raio de luz cai pesadamente contra o teto do mausoléu onde lutavam. Cientes de que não demoraria muito para mais reforços virem até eles, o grupo amarra um dos guardas e escala o mausoléu, entrando pelo buraco no teto para comprar alguns minutos quando os guardiões os alcançarem.

Agora dentro do mausoléu o grupo tem tempo para recuperar o fôlego e tomar seu próximo curso de ação, mas os eventos passados ainda podem gerar consequências graves...

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Re:Resumos
« Resposta #4 Online: Dezembro 27, 2015, 01:03:21 am »
Quarta Sessão (06/12/2015)

As criptas de Rekkenmark - Parte 1


Fugindo pelas criptas de Rekkenmark o grupo acaba parando para recuperar seu fôlego e realizar um plano de ação quando acham que estão seguros. Eles começam a discutir quanto o paladino que haviam sequestrado desperta, se apresentando como Hakon. Interrogando (“brigando com”) o paladino o grupo descobre que.

•   Eles interpretaram a presença dos Guardiões Soberanos no cemitério erroneamente. Eles estavam lá para vigiar as criptas Deneith, onde os mortos vivos de Rekkenmark haviam sido trancafiados depois de se mostrarem violentos e voláteis; mas ele não sabia porque eles estavam naquelas tumbas.
•   Os Guardiões Soberanos possuíam permissão de controlar quem entrava e saia do cemitério vide decreto do regente Theoban e a alta sarcedotisa Syele.
•   Os rituais arcanos encontrados no cemitério eram um de alarme.
•   Helena de fato esteve no templo e pediu entrada às tumbas algumas semanas atrás.
•   O grupo odeia itens mágicos.

Quando a discussão finalmente acaba, o grupo decide seguir pelas criptas e buscar pelas da casa Deneith na esperança de encontrar Helena ou mais pistas sobre seu paradeiro. Depois de horas de jornada eles finalmente chegam ao ponto que Hakon, o paladino, disse serem as criptas.

Quebrando as paredes frágeis e antigas que as bloqueavam, o grupo se viu em uma larga câmara decorada com a temática da casa. Todos os caixões e túmulos pareciam ter sido revirados bruscamente e suas tampas de mármore estavam espalhadas pelo chão em pedaços. Ossadas humanas estavam em todo local e havia sinal de conflito recente entre o que pareciam esqueletos antigos e, sem a menor sombra de dúvidas, os mortos-vivos Karrnathi.

O grupo decide não tocar em nada na sala, temendo a possibilidade de algum encantamento mágico estar presente, e seguem a frente. Dracofortis e Karasin sentem os tênues resquícios de um ritual mágico emanando ar e o conectam ao ritual de alarme. Hakon confirma que eles haviam erguido barreiras divinas e arcanas no local para manter os mortos-vivos contidos.

Então, depois de mais alguns minutos em marcha, o grupo escuta o som de metal batendo contra pedra. O ar esfria e à distância eles veem dezenas de pontos vermelhos brilhando na escuridão. Os mortos-vivos se viram para o grupo sem parecer notar sua presencia, ou simplesmente os ignorando, mas temendo as criaturas, eles atacam e entram em um combate exaustivo contra as forças de Karrnath.

Porém quando apenas um esqueleto resta ele cai ao chão, e entre sussurros sibilantes pede por clemencia. 

Highlights: Clarion Call do Dracofortis matando uns seis esqueltos e dando 25 de HP Temporário pra ele.
« Última modificação: Dezembro 27, 2015, 01:43:23 am por Veep »

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Re:Resumos
« Resposta #5 Online: Dezembro 27, 2015, 01:51:36 am »
Quinta sessão  (13/12/2015)

As criptas de Rekkenmark - Parte 2

O esqueleto pede por clemência novamente e o grupo decide conversar antes de destruir o morto vivo, descobrindo que:

•   Os esqueletos estavam, e estão, sendo controlados por alguma ordem desconhecida.
•   Eles receberam as ordens de matar todos que não façam parte desta ordem, mas quando ele viu que o grupo possuía Karrnathi, ele conseguiu lutar contra o controle, pois não havia sido criado para matar seu povo.
•   Alguém havia derrubado as barreiras que continham os mortos-vivos dentro da cripta e então uma mulher os encontrou.
•   Esta mulher, que o grupo supunha ser Helena, foi ferida pelos guerreiros Karrnathi e os mortos Deneith se ergueram em sua defesa. Desde então os soldados Karrnathi estavam lutando contra os da casa dracomarcada.
•   Ela havia fugido para o norte da cripta.

Por fim o grupo tenta estudar o ritual que controla o esqueleto, mas tudo que descobrem sobre ele é que estavam lidando com algo muito superior ao conhecimento que até mesmo Dracofortis possuía em mãos. Com medo do esqueleto, apelidado de Bones, ser controlado pela “mente comum” novamente, o grupo começa a discutir formas de contê-lo e mantê-lo em segurança até lidarem com quem criou o ritual, mas em meio à discussão Carmem perde a paciência e finaliza o esqueleto para poupa-lo de sua existência sofrida e antes de partir Bones compartilha mais informações.

•   Todos os caminhos da cripta levam até o norte, onde Helena supostamente está.
•   Seguir pelo caminho sudeste é a opção mais longa, mas a região já estava abandonada e seria um caminho seguro.
•   Seguir para o noroeste implicaria tomar desvios e correr risco de encontrar outros esqueletos.
•   Uma rota central os levaria rapidamente para o local onde a mulher estava, mas o grupo iria se chocar com o cerne do conflito entre os mortos-vivos.

Bones também pede que o grupo reerga as barreiras mágicas e concordando com o esqueleto, o grupo percebe que suas escolhas se resumem a duas agora. Dar uma longa volta, arriscando todos conflitos e a perda de tempo que seguir pelas rotas sudeste e noroeste implicam, ou seguir pela central e tentar realizar um ritual em meio da batalha entre os mortos-vivos.

O grupo acaba optando por seguir pela rota central, temendo que Helena esteja ficando sem tempo, e partem. Sons de batalha se tornam cada vez mais frequentes até que eles finalmente encontram a câmara principal onde dezenas de esqueletos, de ambos os lados, estão lutando ao redor de vários túmulos, uma estatua da besta heráldica da casa e um estandarte vermelho que parece animado magicamente. Carmem entra em transe e com sua dança selvagem destrói esqueleto após esqueleto facilmente, mas ainda assim, em meio ao combate o grupo descobre outras informações curiosas.

•   Obviamente os esqueletos Deneith não atacam Mikhail.
•   Por algum motivo os esqueletos ignoraram Carmem e Karasin em combate e um dos esqueletos usou seus dons nefastos para proteger Aidan no combate.
•   Todo mundo adora bater no Dracofortis, mas ainda assim ele consegue manter sua concentração em combate e reerguer as barreiras.

O grupo segue sua jornada pelas criptas, às vezes encontrando algum dos desvivos, mas acaba dando cabo a eles sem esforço e eventualmente eles se afastam do cerne do conflito. Por minutos o silêncio volta a imperar na tumba até que ele é quebrado por um rugido poderoso que faz as próprias paredes tremerem. Vozes, claramente vivas, gritam caoticamente e o grupo se apressa para descobrir o que está acontecendo.

Uma grande quimera anciã e ferida surge diante os olhos dos personagens. Ela protege uma mulher de cabelos negros inconsciente e gravemente ferida de um grupo de guerreiros Karrnathi e ao perceber a presença dos personagens ela vocifera para eles, questionando suas intenções; o grupo se anuncia como aliados e se junta ao combate ao mesmo tempo em que homens trajando robes negros e vermelhos surgem de um túnel escavado em uma das extremidades da sala e ordenam que os esqueletos os ataquem.

O grupo rapidamente derruba os esqueletos e os cultistas, mas quando menos esperavam, a quimera é controlada mentalmente por um deles e se volta contra os heróis. Mikhail ordena que o grupo não mate a quimera, que nitidamente está tentando lutar contra o controle mental, mas em meio ao combate acaba a ferindo mortalmente. Karasin, com seus olhos élficos, percebe um frasco na mão de Helena e vários em sua mochila, correndo até um deles e antes mesmo de ter certeza de que se tratavam de poções de cura, ele despeja o conteúdo do frasco nas três bocas da quimera e ela retorna a vida enfraquecida.

Com a quimera rejuvenescida o grupo se volta a examinar os ferimentos da suposta Marechal Sentinela Helena d'Deneith....

Bounty:
•     Estandarde da Glória
- lvl 4
       Efeito ♦ Todos aliados recebem 1 em ataque e dano em CBurst 5 até o fim do encontro
•     Mochila da Helena - lvl 1
       Itens ♦ 2 Poções de cura, 2 poções de rejuvenação
                  Cura ♦ Cure 10 HP
                  Rejuvenação ♦ Recupere 1d3 pulsos de cura