Autor Tópico: Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)  (Lida 23823 vezes)

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Offline Cebolituz

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Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Online: Março 26, 2012, 01:15:17 am »
(Utilizem sempre o off para comentar de fora. Utilizem travessões quando quiserem falar. Sem travessões, seriam pensamentos e descrições de ação)

Depois do anúncio da Inquisição por parte de Falkóvnia, Invidia e Tepest, os 4 domínios da Aliança espalharam cartazes e algumas notícias dizendo que estavam recrutando combatentes para lutar pela causa da Aliança.

De manhã, em uma fazenda na região rural de Saint Ronges em Richemulot, dezenas de combatentes de diversos domínios se reuniam aguardando informações sobre o tal recrutamento. Percebiam-se diversas línguas e diversos sotaques, e muitas armas diferentes.

Vocês 5 estavam em meio a essa multidão, sem ter certeza ainda do que pediriam e ofereceriam. Muitas razões diferentes estavam ali naquela multidão. Uns queriam procurar por defesa. Outros queriam dinheiro. Outros estavam em busca de vinganças pessoais. E outros queriam apenas se aventurar pelo Núcleo e testar sua força e seus poderes.

De repente, uma mulher mais velha e magra surge de dentro de um casarão da fazenda. Uma senhora de aparência ranzinza e com seus 50 e poucos anos, mas que é claramente de origem nobre, chama pelos nomes de 5 pessoas em meio a multidão.

- Nasha Takan de Darkon, Agnès Lemaitre de Dementlieu, Mikael de Gundarak, Klesha de Hazlan e Kriger Kochak de Barovia.

Grita várias vezes em meio a multidão. Vocês ficam impressionados com o fato dessa senhora saber dos seus nomes. Os 5 aventureiros vem de encontro a senhora:

- Sigam-me até o casarão.

Vocês seguem até a bela casa em meio a uma grande fazenda de produção de algodão. Ao entrar, visualizam uma bela sala com móveis finos e de imenso valor. Verificam uma bandeira símbolo de Richemulot e um grande painel com uma grande foto de Jacqueline Renier, a governadora de Richemulot.

Quando percebe Agnéz entrando com seu gato de estimação, a velha aparentando uma certa fobia, exclama:

- Não permitimos gatos aqui, mantenha o animal para fora!

Entrando em uma salinha menor, senta-se em cadeiras dispostas a uma grande escrivaninha com diversos papéis. Parecem ser fichas pessoais de dezenas de pessoas.

- Não se impressionem, a Aliança sempre procurou buscar informações de diversos combatentes por todo o Núcleo - disse em um tom sério e impessoal.   

Após colocar seus óculos, continuou:

- Meu nome é Mirnah Grassi, representante da Aliança. Independente de suas motivações, nós buscamos combatentes que jurem fidelidade a Richemulot e a Aliança, para que lutem por nós e nos ajudem a acabar com o mal que esta Inquisição está causando. Muitos de vocês são inclusive alvos da Inquisição, e a Aliança está oferecendo proteção e auxílio em troca de suas capacidades de luta e de suas investigações e informações que nos possam ser úteis.

Parou para respirar e continuou:

- Richemulot é um domínio que sempre foi aberto a forasteiros e aqueles que desejam uma segunda chance na vida. Possuímos bons índices de desenvolvimento e qualidade de vida, se comparado a outros reinos. Em troca de seus serviços, oferecemos dinheiro, propriedades e um lugar fixo para morar no dia em que esta luta acabar. Dependendo do quão bom forem seus serviços, podemos oferecer mais.

Depois de uma tossida, Mirnah questiona:

- Qual a posição de vocês perante esta situação? Possuem perguntas? Questionamentos?
« Última modificação: Março 26, 2012, 04:38:37 pm por Cebolituz »


GLADIUS - pergunta Gladius

Pergunta o Gladius joga máfia mas o RPG e Spell sendo que Gladius??

Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #1 Online: Março 26, 2012, 01:42:32 am »
Assim que fora chamada pela ranzinza nobre, uma jovem se destaca da multidão de guerreiros mercenários. Uma jovem voluptuosa no auge de sua juventude, de cabelos cor de trigo cacheados médio longos e olhos verdes brilhantes. Ela usa um chapéu negro de abas largas e duas plumas púrpuras, claramente um ítem luxuoso. veste um casaco vermelho e por cima protege o peito, cintura e quadris com placas metálicas de partes de armaduras bem ornamentadas num metal cinzento escuro.Uma saia larga púrpura com algumas poucas camadas de anáguas se extende até pouco abaixo do joelho, mostrando sua meia-calça de renda cinza. Calça um par de boas de cano curto e dobrado pra fora negros, com uma listra vermelha cada. Porta em uma mão um mosquete de madeira negra e metal escurecido e noutra mão um alaúde com bom acabamento. Destaca-se também por sua aura positiva. Levanta-se depois de ter tocado um número musical pra acalmar animos entre 3 outros guerreiros contratados e segue caminho.

Certamente do grupo que veio com Agnès, chama mais a atenção o gundarakita peludo e a mulher careca mulan, algo bem peculiar no ponto de vista da jovem, pois mesmo sendo bonita a mulan sua cabeça raspada e tatuada é algo agressivo, fora de lugar, muito mais do que a presença da elfa, mesmo que Agnès tenha visto pouquíssimas vezes elfas, ainda mais uma de um ruivo tão forte no cabelo, como que das folhas mais belas do outono. O meio vistani parece passar desapercebido a ela, mesmo sendo particularmente bonito e tendo tido pequenos pensamentos lascivos que foram rapidamente suprimidos pela estranheza da mulan e pela natureza do chamado

-"pare de ficar viajando no mundo da lua" - diz mentalmente a ela Albinos, que faz Agnès recompor-se no caminhar e parar de olhar tanto aos novos companheiros.

Assim que chegam ao local e recebe a ordem de proibida a entrada de gatos, ela pensa "ao menos ele pode ficar bem longe de mim por um momento sem conseqüências". Ela retira seu chapéu e o coloca embaixo do ombro para entrar no saguão como etiqueta.

Após ouvir tudo que Mirnah fala, a barda pensa em sua irmã Jeanne, perdida na loucura e sede de vingança, querendo achá-la antes da Inquisição. Levanta-se e começa a falar

-Eu tenho uma pergunta importante, senhora Grassi. É sobre os boatos de uma bruxa que lança magias de fogo e maldições nas pessoas. Eu preciso encontrá-la antes da Inquisição. Eu gostaria de pedir ajuda quanto a essa busca e é por esse motivo que vim até a aliança, para encontrar e detê-la por mim mesma tal ameaça às vilas. Creio eu que ela esteja juntando poder para ir até Dementlieu futuramente. Poderiam auxiliar-me com mais informações, apoio logístico e demais coisas ao alcance de vocês? Se sim, estou disposta a ajudá-los contra a Inquisição tal qual as formigas combatem qualquer inseto maior que tente atacar o formigueiro. - E assim Agnès volta a se sentar, parecendo aliviada depois de por tudo pra fora sobre seus questionamentos, anseios e desejos.

(off: em que lingua está sendo a conversa? Em Mordentish ou em Balok?)

Offline Skar

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Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #2 Online: Março 26, 2012, 02:20:40 am »
    A multidão de mercenários o irritava e o deixava inquieto. Experiência já mostrava que muitas pessoas armadas e com ânimos acalorados não era uma e alguém ainda começava a cantar! Esse lugar está o sonho de um taverneiro e o pesadelo dos milicianos.

Levantando-se com uma roupa surrada e um chapéu que já viu dias melhores pegou sua mochila e foi se dirigindo a casa. Sua seu cabelo e barba por fazerem acentuam a impressão de uma pessoa que não vem vivendo junto a civilização. Sua postura e seu olhar  que tenta verificar todas pessoas procurando ameças denotam uma pessoa bem desconfiada. Não anda com nenhuma arma visivel embora com um olhar atento perceba-se a adaga que ele carrega na cintura.
 
Com espanto ouve seu nome sendo chamado. Pelo menos parece que eles são bem informados, talvez tenha algo de útil nessa viagem. Percebe que as outras quatros pessoas são mais estranhas que alguns personagens de shows. Uma mulan careca e com tatuagens na cabeça. Ao perceber que um gundarakita foi chamado junto com ele sua atenção foi redobrada nele. O que o fez não apreciar as formas da humana e da elfa que iam um pouco na frente.

Ao ouvir falar do gato ele presta mais atenção na aparente dona do animal.

Entrando na sala faz questão de ser o último a entrar a idéia de um gundarakita com machado a traz dele não o apetece. Prefere ficar em pé encostado numa parede de um ponto onde tenta observar o máximos dos ocupantes da sala. Ao ver os arquivos com fichas de diversos combatentes dá alegria para ele. Informações são sempre úteis.

- Não tenho problemas em trabalhar pra os senhores, só gostaria de saber que tipo de juramento vocês querem que seja feito. Informações são mais valiosas que um pedaço de terra, ao menos para mim.
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Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #3 Online: Março 26, 2012, 09:04:50 am »
Teria sido uma boa ideia? Essa tal inquisição vinha deixando até os gundarakitas desconfiados de outros, como se ele pudesse ser um espião de Invídia traindo seu povo. Nessa multidão em Richemulot ele não precisava de uma história detalhada; era um gundarakita fugindo de Invídia, e isso parecia bastar; não havia outros gundaraks interessados em sua origem específica.

Ele esperava participar de um pequeno exército, mas agora parecia ter sido destacado para um pequeno e estranho grupo. Ele procurou avaliar os outros quatro: uma elfa, um sujeito com cara de vistani, um mulher careca e tatuada, e a mulher do gato (três mulheres entre os cinco, ele nota bem). A elfa e o vistani tem motivos óbvios para estarem aqui, ele imagina. As outras duas...

Quando a moça do gato tira o chapéu para entrar, ele resolve fazer o mesmo com o gorro de pele. Mas é a única mostra de respeito que dá àquele casarão, mesmo nunca tendo visto tanta riqueza, ele busca andar e agir de forma natural ali. Ele não se senta, fica em pé, braços cruzados, em um ponto onde pode olhar aos quatro companheiros e à senhora Grassi.

Ele se preocupa com que tipo de informação eles poderiam ter sobre ele, e começa a pensar porquê ele foi escolhido para esse grupo estranho. Eles iriam realmente cumprir tais promessas, se souberem tudo sobre ele? Por outro lado, como saberiam?

Ele fica calado, pensando nessas questões; não faz perguntas, não agora.

Offline Cebolituz

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Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #4 Online: Março 26, 2012, 03:44:51 pm »
[off] Em Balok, Youkai. Ela simplesmente olhou para o grupo, viu que a maioria vinha dos domínios do Sul, e falou direto em Balok. [/off]

Após a pergunta de Agnès, a velha nobre pergunta o nome da moça e começa a vasculhar um arquivo com várias fichas de diferentes combatentes. Após poucos minutos de procura, ela encontra o nome da bruxa pedida. Lê rapidamente e comenta com Agnès.

- Aparentemente buscaram informações de sua irmã, mas aqui está dito apenas que ela é uma bruxa intepestiva e que costuma não parar em lugar algum. Foi vista pela última vez em Invídia, próximo a Karina e perto da fronteira com Verbrek. Mas isso foram tempos atrás. Hoje ela pode estar do outro lado do Núcleo.

Após uma breve pausa, continuou:

- A Aliança dará o apoio de acordo com nossas possibilidades. Não posso prometer grandes somas ou auxílio por transporte a todo momento, mas posso garantir que La Grande Dame disponibilizará bons recursos para aqueles que trabalharem em nosso nome e para nossa causa. Podemos disponibilizar algumas informações sobre a mulher em questão, caso tenhamos notícias. Vocês terão aliados infiltrados em alguns domínios para pedirem ajuda, e dependendo, podem ajudar a localizá-la mais facilmente.

Depois da resposta a Agnès, Mirnah se vira para Kriger Kochar:

- Vocês assinarão um contrato conosco de prestação de serviços, ao modo de Borca. Preferimos formalizar tudo, de forma que todas as regras e combinados fiquem bastante claros a todos. Não estamos querendo traidores ou desertores em nossa fileiras, muito menos guerreiros que se acovardam. Caso resolvam deixar a Aliança, seja por aposentadoria, invalidez ou qualquer outra razão, a Aliança só irá oferecer os pagamentos referentes ao período trabalhado e vocês irão jurar que não cederão qualquer informação sobre nós para os Inquisidores, sob pena de prisão e execução mesmo fora de nossas terras.

Mirnah segue com um tom firme de voz, demonstrando plena seriedade no que diz e transmitindo que ninguém está de brincadeira.

- Não estamos aqui para benevolência e nem para caridade. Queremos trabalhadores que façam e executem bem os seus serviços. Seja infiltração, espionagem ou mesmo lutar em guerras se for necessário. Todos nós aqui temos interesses próprios, e ao contratá-los, estamos contando com seus serviços. Com o dinheiro e as posses, vocês podem fazer depois o que desejarem. Não é de nosso interesse. Mas é isso que temos a oferecer, inclusive auxiliar se for o caso, questões particulares que tenham relação com a nossa luta, que é o caso da irmã da senhorita Lemaitre.

Olha para os outros três membros e observa o silêncio deles. Nota o olhar preocupado de Mikael. Parece perceber a desconfiança que o gundarakita sente.

Então, a senhora Grassi retira 5 contratos de uma gaveta da escrivaninha e dá para cada um dos combatentes.

- Leiam com atenção e se concordarem, assinem.

As principais cláusulas são:

1) Jurar lealdade a Aliança.
2) Respeitar os superiores da Aliança.
3) Levar o máximo de informações para a Aliança através do Correio, aliados ou mensageiros Vistani.
4) Ao encontrar inquisidores, neutralizar as suas ameaças e se necessário, exterminá-los.
5) Pequenos pagamentos serão realizados mês a mês. Pagamentos maiores serão realizados caso cumpram as missões, capturem e se necessário, matem inquisidores que representem uma ameaça a missão.
6) Em caso de abandono da causa, informar a Aliança para o acerto de contas. Caso não tenhamos notícias suas em 3 meses, consideraremos como deserção e os pagamentos serão suspensos e caso tenham propriedades, serão devolvidas a Richemulot.
7) Se convocados para uma guerra, deverão aparecer no local indicado de acordo com as instruções da Aliança.

Entre outras pequenas cláusulas de menor importância, aquelas comuns a qualquer assinatura por serviços.

Vocês leem o contrato e não há qualquer tentativa de enganá-los com letrinhas miúdas ou tinta invisível.

- Eu serei a principal responsável por tutoriá-los. Caso outra pessoa assuma o meu lugar, irão informá-los. Mais questões? Se não houver, assinem.


GLADIUS - pergunta Gladius

Pergunta o Gladius joga máfia mas o RPG e Spell sendo que Gladius??

Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #5 Online: Março 26, 2012, 04:24:09 pm »
depois de ler a versão em Balok do contrato ela levanta o braço e pergunta

- Tudo bem, mas é possível alguém se aposentar mais cedo? Tipo, se, não, quando eu encontrar minha irmã. Tenho que admitir que vocês tem informantes muito bons mesmo, essa informação eu tentava não espalhar por aí. De qualquer maneira é só isso antes de assinar, obrigada.

E assim permanece a espera de resposta.

Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #6 Online: Março 26, 2012, 04:40:29 pm »
Então a tal bruxa de fogo e maldição é irmã da moça, e ela quer encontrá-la logo? Não sei se gostei de ouvir isso. Ela vai querer proteger ou deter a irmã? E aí 'se aposentar'?

Mikael analisa bem o papel. Imagina se não existe algum tipo de magia nas palavras do contrato, mas parece exagero. Ele hesita apenas a tempo de ser o segundo ou terceiro a assinar, logo depois de falar.

- Eu tenho uma pergunta, dona... senhora Grassi. Só para deixar claro. Vocês esperam que nós cinco devemos trabalhar juntos, certo? *olha rapidamente a reação dos demais* nada contra ninguém, só... nenhum de vocês se conhecia de antes, certo? Então, você, a Senhora, vai nos mandar todos na mesma, hnnn, missão, ou algum outro arranjo?


é, isso saiu mais confuso e comprido do que eu esperava...

Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #7 Online: Março 26, 2012, 04:53:31 pm »
A declaração do gundarakita chamou a atenção de Agnès. "Como assim trabalhar em equipe com desconhecidos?". Bem isso é o comum em quem entra em exércitos e tropas, lidar com um bando de gente desconhecida e aprender a conhecê-los. Certamente isso será interessante. Mas a jovem agora só quer ver como os demais presentes na sala vão reagir, especialmente Klesha a careca e a elfa Nahsha dos cabelos ruivos intensos. Embora também fique curiosa quanto ao baroviano de aspecto surrado e pouco higiênico, mas não tanto quanto o gundarakita.

Offline Malena Mordekai

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Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #8 Online: Março 26, 2012, 05:34:44 pm »
A moça calva e tatuada observara até o momento, sem piscar -- seus olhos, embora bonitos, eram quase anormalmente grandes e de uma cor de garapa de cana um tanto perturbadora -- na maioria das vezes demonstrando também uma imobilidade incomum em suas posturas.

Nada havia, porém, de preguiça ou indolência nessa imobilidade; a atitude da moça revelava vigilância. Ela vestia uma "scale mail" extremamente bem cuidada, e tocava as pontas de dois dedos da mão esquerda na cintura.

Desfazendo essa pose a moça examinou os papéis para assinar e depois de lê-los com uma certa presteza assinou. Notando a pergunta do gundarakita, abriu a boca pela primeira vez:

-- O tempo todo andamos em terreno desconhecido, pois assim é a vida. A única coisa certa é a morte. Se teme caminhar lado a lado a desconhecidos, pq saiu de casa?

Vamos ver o que ele diz, pensou Klesha. Pensei que a tal Agnès iria responder de imediato, mas não.
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Offline Aquela Sem Nick

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Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #9 Online: Março 26, 2012, 05:49:54 pm »
Eu observava todas os seres à minha volta. Seus jeitos interioranos, humildes e simples alegravam-me. De repente, uma estranha senhora pronuncia meu nome. Não a conhecia, estranhei. Ela indicou que eu a seguisse pelo casarão junto com outros seres. A curiosidade foi maior no momento. Acompanhei todos até o casarão.

A velha reclamou sobre um gato, mas não dei muita importância ao fato. Se gatos fossem o nosso maior problema...

Ao chegarmos, ela disse que era represente da Aliança e que estávamos sendo convocados para lutar contra a Inquisição. Sorri levemente mostrando grande satisfação, era um ótimo começo para alcançar meu objetivo.

Alguns dos presentes questionaram sobre informações mais detalhadas, bruxas e outras questões que o incomodavam. Depois de respondê-los, a velha tira 5 contratos de uma gaveta.

Eu não tinha perguntas, mas muito me surpreendeu alguns dos presentes questionarem sobre o trabalho em equipe. Foi nesse ponto, que eu decidi falar.

*olhando o contrato*
- Mas é claro... *tirando a folha de frente da face, deixando que seus olhos verdes reluzentes fossem o alvo da atenção naquele momento* ...que em equipe iremos deter mais Inquisidores em menor tempo. É óbvio que muitos querem trabalhar sozinhos, mas vamos dar uma chance a nós mesmo, certo? *sorri levemente e pisquei para os presentes. Depois, virei para a velha senhora* Estou dentro! Pode contar com a minha contribuição à Aliança. *dizendo isso, assinei o papel*

Não era totalmente verdade o que disse. Eu não confiava em nenhum deles, mas não poderia parecer agressiva, nem estúpida. Se teríamos que trabalhar juntos para alcançar a minha vingança, que fosse assim, então.

Entreguei o contrato para Mirnah Grassi e aguardei que todos os presentes, ou não, fizessem o mesmo.
Ruiva da Spell



Raposas Selvagens do Condado de Fox.
Todos nós usamos máscaras. Algumas tão fixadas na alma que se confundem com a face.
O importante é não esquecer da pessoa que a usa.

Offline Skar

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Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #10 Online: Março 26, 2012, 08:16:04 pm »
Com um aceno de cabeça agradeço pela resposta sobre o teor do juramento. Pego um dos contratos e leio todas as clausulas assino sem demora. Volto para minha posição.

Vejo que a idéia de trabalhar em equipe não agradou muitas das pessoas. Longe de mim querer trabalhar em equipe, mas a males que são necessários. A ironia é que o gundarakita e a Mulan são os que parecem ser mais acostumados com viagens. A mulan se comporta de uma forma não muito convencional.

Depois e ouvir a resposta da elfa

- Grupos grandes aumentam a eficacia, mas também atraem mais atenção e são um alvo mais fácil de ser rastreado. 
 
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Offline Cebolituz

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Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #11 Online: Março 26, 2012, 09:07:15 pm »
Ouvindo a nova questão feita pela barda, Mirnah expressa:

- Não é o que pretendemos. Não há como explicitarmos um tempo exato visto que esta guerra contra os Inquisidores talvez possa se extender durante anos ou pode acabar em alguns meses. Seria uma perda de tempo para nós, que não contaríamos com serviços a longo prazo e de vocês, cujas vidas estariam marcadas pelos Inquisidores sem o nosso auxílio e proteção. Ao menos na velhice ou depois de muitas batalhas, um lugar em Richemulot sob a nossa proteção estaria garantido. Se for abandonar depois de pouco tempo, nada faríamos para auxiliá-la contra a Inquisição.

Calmamente, a Senhora Mirnah Grassi junta os papéis assinados na mesa e dirige o olhar ao distante homem de aspecto rústico e responde o seu questionamento em uma tonalidade fria:

- O senhor parece com um coiote selvagem, arisco e desconfiado por natureza. Todavia, há situações em que devemos dar um voto de confiança a desconhecidos para almejar bens maiores. Sejam riquezas, objetivos pessoais, proteção ou mesmo simples aventuras. 


GLADIUS - pergunta Gladius

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Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #12 Online: Março 26, 2012, 09:19:19 pm »
-Certo então. Então se eu me retirar, não recebo ajuda cotnra a Inquisição caso necessário, isso? Minha jornada então começa com vocês - termina de falar a jovem e ela assina o papel, dando ele a Mirnah.

-Agora é só esperar pelos demais do grupo novo- ao terminar de falar, sorri para todos do grupo.

-Espero que possamos nos dar bem e cumprir direitinho nossas missões.

Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #13 Online: Março 26, 2012, 11:15:22 pm »
Mikael solta um discreto "tsc" ao perceber que foi mal interpretado. Levanta uma sobrancelha quando a estranha mulher careca fala, mas não responde diretamente a ela, apenas procura se explicar melhor.

- Eu disse que não tinha nada contra ninguém aqui, não foi? E não vim tão longe para trabalhar sozinho, pelo contrário; perguntei se vai juntar nós cinco. Não sou tão bom com palavras quanto a moça elfa, e sinto muito se fui o último a entender este arranjo. *para a Mirnah, entregando o papel assinado* - Este coiote está às suas ordens, senhora, gostaria apenas de saber quais elas são.

Mikael notou que outros é que estão inseguros e desconfiados aqui, pelo jeito que reagiram; mas apontar isso talvez piore tudo. Chega disso.

Offline Skar

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Re:Inquisição de Ravenloft - Arco 1 (Richemulot)
« Resposta #14 Online: Março 27, 2012, 12:53:30 am »
Depois que os papéis são assinados.

- Então resta saber quais serão as ordens para os mais novos soldados Richemulot, se podemos perguntar.

Pergunta sorrindo a senhora.
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